Conheça > ALTER DO CHÃO
Fundada no dia 6 de março de 1626, pelo português Pedro Teixeira. Até o século XVIII, a vila era habitada majoritariamente por comunidades indígenas Boraris. No início do século XX, Alter do Chão era uma das rotas de transporte do látex extraído das seringueiras de Belterra e Fordlândia. Foi um período curto de desenvolvimento para a vila. Mas a partir da década de 1950, ocorreu a decadência do extrativismo amazônico e a vila foi atingida pelo deficit econômico. Desde a década de 1990 até os dias de hoje, o atual distrito aposta no turismo para evoluir economicamente, no qual obteve bons resultados.
Ainda pouco procurada pelos turistas, Alter do Chão ganhou reconhecimento internacional em 2009, quando o jornal inglês The Guardian a colocou entre as dez mais belas praias do Brasil. O motivo? Inúmeras ilhas e extensas faixas de areia branca banhadas pelas águas esverdeadas do Rio Tapajós, cenário que se forma no período da vazante do rio. Mas não é má ideia visitar Alter durante a cheia. No período de exuberância das águas, dá para aproveitar os passeios de barco e as incursões pela floresta.
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Conheça > SANTARÉM

Fundada em 22 de junho de 1661, é uma das cidades mais antigas da região amazônica. Em 1758 foi elevada a categoria de vila e quase um século depois em consequência de seu notável desenvolvimento foi elevada a categoria de cidade. Está incluída no plano das cidades históricas do Brasil, sendo uma das mais antigas e culturalmente significativas cidades do Pará.

Santarém apresenta vocação natural para o ecoturismo, o turismo de base comunitária, o turismo histórico e cultural, o turismo gastronômico, o turismo religioso e o turismo de aventura. Também apresenta grande potencial para desenvolver outros segmentos como o turismo de eventos e negócios.

Considerada oficialmente pelo Ministério do Turismo como uma cidade turística desde 1998, Santarém tem bons indicadores e qualidades para desenvolver os diversos segmentos do turismo.

 

A oferta de infraestrutura turística é representada pelos hotéis com boas condições de recepção e hospedagem, pousadas, aeroporto internacional, restaurantes, porto com calado para receber navios transatlânticos, agências de viagem, sistemas de segurança pública, setor de comunicações, agências bancárias, lojas de artesanato, serviços de transporte, serviços e equipamentos de lazer.

Uma das manifestações culturais no município é a cerâmica tapajônica que apresenta representações de humanos ou animais em relevo. Esta cerâmica é tão perfeita que chega a ser comparada com a mais fina porcelana chinesa. Existem peças de cerâmicas tapajônicas espalhadas por vários museus do mundo. Outra característica é o realismo da representação do homem ou do animal.

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Conheça > BELTERRA

Após o fracasso das plantações de seringa em Fordlândia, causada pelo tipo de terreno que não favoreceu o desenvolvimento dos seringais (que necessitam um terreno plano, com solo rico em minerais e material orgânico) e também a infestação por um tipo específico de praga até então desconhecida que acabou com a produção das plantações, Henry Ford teve que começar a buscar outro lugar para que seu projeto fosse continuado.

Várias expedições foram realizadas até encontrar-se um lugar que ficou conhecido como Bela Terra. Tal área foi escolhida pelo seu solo fértil de 'Terra Preta'. Bela Terra foi cedida pelo governo brasileiro à companhia Ford. Foram derrubados cerca de 2.500 acres da vegetação original do local para dar início ao processo de implantação do projeto de Ford.

Os primeiros operários foram contratados em 1934, e em 4 de maio do mesmo ano ocorreu a limpeza dos seringais, a construção de casas e o hospital. A arquitetura das construções foi inspirada no modelo americano, algumas delas permanecem até hoje intactas pois foram tombadas e agora são patrimônio histórico. Há relatos que a educação em Belterra era de excelente qualidade assim como no país onde Ford nasceu. Apesar de administrar a cidade, Henry Ford nunca veio realmente à Belterra, mesmo possuindo uma casa especialmente construída para ele. Ford tinha medo das doenças tropicais.

Como Belterra foi criada em função de uma empresa, seus empregados precisariam de um lugar para morar. Portanto a cidade foi dividida em:

  • Vila operária: era onde os operários moravam, é localizada na parte periférica da cidade e é caracterizada pelas casas pequenas.

  • Vila mensalista: era onde os empregados que recebiam salário a cada quinze dias moravam, nesta vila.

  • Vila americana: era onde os médicos e doutores moravam, a parte nobre da cidade. Localiza-se próximo as praças, essa vila possuía um clube frequentado pela classe nobre, onde aconteciam festas e bailes.

 

Com o estilo de vida americano de uma parte da população, havia na cidade um campo de golfe frequentado somente por americanos.

A produção e exportação de látex proveniente de Belterra era uma fonte de lucro, porém, com o surgimento da borracha sintética e o baixo custo da borracha no continente asiático, o cenário mudou. Os investimentos em Belterra perderam o sentido e a companhia Ford desistiu do seu projeto que estava planejado para durar um século. Belterra foi reapossada pelo governo brasileiro em 1945, fazendo parte do município de Santarém. Somente no dia 29 de dezembro de 1995, Belterra tornou-se um município, contando com uma prefeitura própria.

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Nossa base é em Santarém (SAIBA MAIS ABAIXO), a principal cidade do Oeste do Pará. Conhecida como “Pérola do Tapajós”, é uma das mais fortes potências do turismo natural do Estado. O município de pouco menos de 300 mil abitantes está a somente 1h40 de vôo da capital Belém e a 3h30 de vôo de Brasilia - DF.

Logo em frente a cidade é possível ver o primeiro de vários espetáculos da natureza na região: o encontro dos rios que não se misturam. De um lado o Amazonas, com suas águas barrentas e de outro, o Tapajós com as águas esverdeadas.

 

O município tem 1.992 quilômetros de praias exóticas e primitivas que mais parecem mar. É o caso de Alter-do-Chão (SAIBA MAIS ABAIXO), conhecida como “Caribe Amazônico”. Lá é o palco da maior manifestação folclórica da região, o Çairé, que atrai turistas do mundo todo.

 

Nos meses que vão de fevereiro até agosto, algumas praias chegam a desaparecer, por causa da cheia dos rios, mas no resto do ano, ressurgem com areias brancas e finíssimas, algumas de fácil acesso, outras completamente isoladas. Entre as mais conhecidas estão: Alter-do-Chão, Ponta do Cururu, Ponta de Pedras, Caraparanaí, Arariá e Maria José.

O QUE TEM NA REGIÃO ONDE VOCÊ VAI PEDALAR?

 

Além das praias de água doce mais lindas do mundo, na região temos o Parque Estadual de Monte Alegre (PEMA) onde estão pinturas rupestres que podem ter sido feitas pelo primeiros homens que habitaram as Américas; Temos também Belterra, cidade pitoresca fundada por Henry Ford no alge da exploração da borracha, mantém elementos da colonização americana. Alenquer abriga lindas cachoeiras e formações rochosas esculpidas pelo vento. E finalmente, na Floresta Nacional do Tapajós (FLONA), encontramos a poderosa mãe de todas as árvores da Amazônia, a Samauma, que chega até 70m de altura.

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